Conhecido mundialmente pelo estilo envolvente e dançante de suas composições o Israelense Kfir Lankry – aka Phanatic – aproveita a tour pelo Brasil para conversar com a Dot Magazine.
DotMag – Como você decidiu se tornar um DJ/ produtor?
Phanatic – Em meados de 1997 conheci a musica eletrônica, mais especificamente o Psy –Trance.
Desde então me interessei muito pela vertente e passei a pesquisar e estudar referencias sobre esse tipo de musica. No ano 2000 comecei a me aventurar nas produções e mexer nos primeiros softwares, montando o meu primeiro projeto - Impulse Tracker – um som simples que fazia apenas por diversão. Com a evolução do conhecimento e dos softwares para a produção o hobby se tornou sério e lancei minha primeira musica por uma gravadora.
No início, em 1997, eu era um ouvinte normal, como todo mundo. Eu realmente amei aquele tipo de música. No ano de 2000, eu recebi minha primeira produção em um software, Impulse Tracker, eu tinha feito músicas horríveis aquela época, somente por diversão. Então no ano de 2003, isso se tornou sério, gravando minha primeira track em uma gravadora.
DotMag – Como foi o começo?
Phanatic – O começo foi por hobby e obviamente não imaginei que meu trabalho ganharia tamanha repercussão na cena mundial. Depois de trocar muitas informações e projetos com meu amigo Didy decidimos levar esse hobby a sério e resolvemos criar o projeto Bizzare Contact.
Nosso primeiro trabalho; a musica “Brain Wash”, nos abriu portas!
Após ser lançada em uma grande gravadora chamada “Shiva Space Technology” nossa m´sucia ganhou grande repercussão entre os amantes do Psy-Trance, dai tudo começou.
Atualmente, eu nunca havia pensado que eu seria o que eu sou hoje, porque isso era um hobby, e foi muito difícil chegar ao sucesso. Eu e Didy (Bizzare Contact), sempre tocavamos essas produções do software juntos, por diversão… Até que um dia, decidimos levar esse hobby a um nível maior, e então nós criamos o projeto Bizzare Contact juntos, e terminamos nossa primeira track na época, “Brain Wash”. Nós estávamos vendendo ela para uma grande gravadora naqueles dias, chamada “Shiva Space Technology”. E foi assim que tudo começou.
DotMag – Quais foram as suas influências?
Phanatic – Sempre busco muitas referencias, gosto de uma variedade de expressões musicais, tais como: Chill Out, Drum & Base, Techno, Progressive House, música clássica e etc.
Minhas influências vieram de uma variedade de expressões musicais, como: Chill Out, Drum & Base, Techno, Progressive House, música clássica e etc.
DotMag – O que você acha da cena eletrônica brasileira?
Phanatic – Gosto muito da cena eletrônica brasileira, para mim é uma das maiores do mundo!
As festas e festivais acontecem todos os finais de semana, no país inteiro, isso é fantástico.
Para mim, a cena eletrônica brasileira é uma das maiores do mundo! As festas acontecem todos os finais de semana, no país inteiro, isso é fantástico!
DotMag – De onde você tira inspiração para criar novas músicas?
Phanatic – Minha inspiração vem de coisas e pessoas que me fazem bem, tais como: a minha família e minha adorável namorada.
Mais para criar preciso estar com a mente limpa e sem preocupações, não consigo trabalhar quando tenho algo me importunando.
Para criar novas músicas, eu preciso estar com a mente limpa, isso significa que eu não posso criar, quando há algo me importunando. Minha inspiração é minha família e minha adorável namorada.
DotMag – Por que você escolheu tocar Full On?
Phanatic – Voltando ao ano de 1997, nessa época a denominação do Full on ainda não existia, porem existia um ritmo muito parecido, o “Nitzhonot”, para mim o precursor da vertente.
Sempre fui apaixonado por esse estilo, que mesclava muita melodias alegres, ritmos agitados e basslines contagiantes, dai busquei enquadrar meu trabalho nessa linha pela qual sempre admirei.
Voltando a 1997, o Full On ainda não existia, mas havia um ritmo muito parecido, o “Nitzhonot”, tipo um antigo Full On. Eu estava apaixonado por esse estilo, por causa da alegre melodia, do ritmo agitado, e da linha do baixo.
DotMag – O que você sente quando está se apresentando?
Phanatic – Muita adrenalina! É incrível ver as pessoas dançando e sorrindo com minha musica, acho que nunca senti algo tão forte e tão contagiante como isso!
Muita adrenalina! É incrível ver tantas pessoas dançando e sorrindo com a minha música… Nunca me senti assim antes!
DotMag – Quais são os seus planos para o futuro?
Phanatic – Pretendo continuar trabalhando e produzindo o Psy-Trance, ajudar no crescimento do gênero. A música é minha vida!
Meus planos futuros são continuar produzindo, crescer nesse gênero. A música é minha vida!
Confira o som de Phanatic:
http://www.phanaticmusic.com
http://www.youtube.com/Pmusic5
http://www.soundcloud.com/Phanatic
http://www.myspace.com/Phanaticmusic